
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009
FELIZ DIA DOS NAMORADOS
PRIMAVERA
chegou o sol com todo o seu esplendor
Agora as manhãs são diferentes com o sol,
a convidar-nos a uma caminhada a gozar,
o perfume dos pinheiros, sentir o correr da
água nos sucalcos das encostas as flores,
já começão a mostra-nos a sua beleza
é o cheirinho a Primavera.
primavera
Os campos revestem-se de verde. As gatas, esperam os seus filhotes lá para abril - maio. Os passarinhos procuram sítio para fazerem os seus ninhos. Nós devolvemos aos armários os nossos agasalhos e contemplamos este mistério da da natureza. Como tudo isto é bom!!!
Oh! Que bela mensagem.
Espero que estejam a gostar tanto quanto eu de navegar na NET..........
E descobrir estes belos sites.
Actividades
Em breve trocaremos muitas mensagens!
Não se esqueçam que hoje às 14,30m, há uma visita ao Museu do Hospital e ao Hospital Termal e o encontro é em frente à porta do Hospital Termal.
O DIA DOS NAMORADOS.
Não se esqueçam. Um abraço augusto.
Visita Guiada - Dia 12 de Fevereiro de 2009
Aqui fica a lembrança que hoje, dia 12 de Fevereiro, às 14,30 horas,haverá uma visita guiada ao Hospital Termal e respectivo Museu.
Quero também chamar a vossa atenção, para as próximas actividades, que a seu tempo serão anunciadas!
Estejam atentos!
Fernando Santa-Bárbara
SAUDAÇÕES
Beijinhos para todos!
quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009
terça-feira, 10 de fevereiro de 2009
Visita guiada ao Museu do Hospital e das Caldas, Hospital Termal e Igreja de Nossa Senhora do Pópulo
Atenção aos interessados na visita guiada ao Museu do Hospital e das Caldas, Hospital Termal e Igreja de Nossa Senhora do Pópulo que se vai realizar esta quinta-feira, 12 de Fevereiro, às 14.30h, terão de fazer o favor de se inscrever na Secretaria da Universidade (número máximo de pessoas: 25) e o ponto de encontro, a essa hora é em frente ao edifício do Hospital Termal.
Obrigada!
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009
COMO SE RELACIONA COM O MUNDO CONTEMPORÂNEO?
Elvis Presley - Love Me Tender
Vá lá, para quem gosta.....oiçam bem alto e tenham os lenços de papel à mão...pode ser preciso para alguma eventual lagrimita... ;-)))
São Valentim

Na sequência da mensagem deixada pela colega Joaquina, sobre o dia de São Valentim e o Dia dos Namorados, encontrei na Wikipedia - enciclopédia online esta "história" acerca deste santo que, sendo eu completamente leiga nesta matéria, achei muito bonita e aqui vos deixo para lerem.
São Valentim
Durante o governo do imperador Cláudio II, este proibiu a realização de casamentos em seu reino, com o objectivo de formar um grande e poderoso exército. Cláudio acreditava que os jovens se não tivessem família, se alistariam com maior facilidade. No entanto, um bispo romano continuou a celebrar casamentos, mesmo com a proibição do imperador. Seu nome era Valentim e as cerimónias eram realizadas em segredo. A prática foi descoberta e Valentim foi preso e condenado à morte. Enquanto estava preso, muitos jovens jogavam flores e bilhetes dizendo que os jovens ainda acreditavam no amor. Entre as pessoas que jogaram mensagens ao bispo estava uma jovem cega: Assíria filha do carcereiro a qual conseguiu a permissão do pai para visitar Valentim. Os dois acabaram-se apaixonando e ela milagrosamente recuperou a visão. O bispo chegou a escrever uma carta de amor para a jovem com a seguinte assinatura: “De seu Valentim”, expressão ainda hoje utilizada. Valentim foi decapitado em 14 de Fevereiro de 270 d.C.
in http://pt.wikipedia.org/wiki/Dia_dos_Namorados
São Valentim e o Dia dos Namorados

domingo, 8 de fevereiro de 2009
sábado, 7 de fevereiro de 2009
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009
PINTURAS CANTADAS
Arte e performance das mulheres de Naya
A exposição Pinturas cantadas: arte e performance das mulheres de Naya, mostra as obras realizadas pelas mulheres das comunidades Patua do Estado de Bengala na Índia que cantam as histórias que pintam em extensas tiras de papel. Os temas tanto retomam o reportório das tradições orais da comunidade como falam de mudanças sociais e políticas e acontecimentos que marcam a vida da aldeia, do país ou do mundo.
Apresentação do catálogo
Joaquim Pais de Brito
Director do Museu Nacional de Etnologia
As exposições nascem muitas vezes por acaso. Assim foi com as Pinturas cantadas que este catálogo dá a conhecer. No seu começo está o encontro com Lina Fruzzetti e Ákos Östör que, numa visita a Portugal em Maio de 2006 para apresentar o filme com o mesmo nome, traziam com eles algumas das pinturas feitas pelas mulheres de Naya, aldeia do Estado de Bengala por eles estudada ao longo de muitos anos.
Abrir aqueles rolos foi para nós uma revelação e um encantamento. São pinturas em folhas de papel justapostas, coladas em tecido, muitas vezes reaproveitadas de outros usos, que as torna mais flexíveis e resistentes à sua continuada manipulação. Ali se encontram representados os mais variados temas, uns retomados da tradição oral, onde divindades e personagens de toda a índole são protagonistas de histórias inúmeras vezes repetidas, outros abordam assuntos da mais próxima actualidade. Pode tratar-se da narração de acontecimentos de grande ressonância mediática e planetária, como o ataque ao World Trade Center de Nova Iorque em 11 de Setembro de 2001, ou o tsunami de Dezembro de 2004. Mas podem também ter o alcance de uma campanha informativa e cívica, como ocorre com a luta contra a Sida ou contra a discriminação de género, que no infanticídio de bebés do sexo feminino encontra uma das suas mais radicais e violentas manifestações.
Como se percebe pelo texto de introdução e pelas biografias destas mulheres, estamos perante uma forma de expressão e prática cultural de grande profundidade temporal, antes desempenhada por homens, mas que as mulheres foram aprendendo e utilizando como instrumento da sua afirmação e promoção económica. Para tal, tiveram de conjugar a competência técnica do desenho e da pintura com a capacidade performativa da narrativa que se consubstancia nas canções que dão corpo à pintura.
Através do simples contacto com os rolos pintados percebem-se estilos pessoais, variações de linguagem e a profusa diversidade dos temas. Mas é o filme que há um ano teve a sua estreia europeia em Lisboa, e que agora faz parte integrante da exposição, que nos permite mergulhar num universo expressivo, tecido pelas relações sociais que revelam os quotidianos de uma aldeia e dos seus habitantes, as inquietações, as dificuldades, a capacidade de construção do futuro e de se projectar nele enquanto parte de um mundo mais vasto. E é também com o filme que ouvimos o canto das pinturas pelas vozes destas mulheres, que com entusiasmo viveram a preparação desta exposição em frequente contacto com os investigadores que a tornaram possível, e que não pudemos ter connosco para com o seu canto ouvir a sua pintura, como chegou a estar programado.
Ordem de Cristo e Convento de Tomar - Arquivos da Torre do Tombo (IV) e (V)
Posted: 05 Feb 2009 12:08 AM PST
Ao longo do século XIV, foi-se consolidando a sujeição da Ordem aos interesses e ao serviço do rei, evidenciada no funcionamento institucional, e no seu envolvimento na guerra santa realizada em África e no Oriente, na direcção espiritual dos novos territórios descobertos e colonizados, que lhe foi confiada pelo Infante D. Henrique, em 1454, e na intervenção directa assumida por D. Manuel, governador e administrador perpétuo do Mestrado e Ordem de Cavalaria de Nosso Senhor Jesus Cristo, antes e depois de ser rei, como provam a representação da Esfera Armilar, do escudo de Portugal e da Cruz de Cristo, que iluminam o fólio 7 do Tombo dos bens, rendas, direitos e escrituras do Convento de Tomar. A intervenção directa do rei pode também ser documentada pelo Rol de peças e de obras enviado ao D. Prior do Convento de Tomar, copiado de um apontamento, provavelmente, escrito pelo rei, onde constavam indicações precisas sobre peças, paramentos, obras que o prior devia mandar executar no Convento de Tomar, a avaliação das casas dos moradores da cerca da vila para lhes serem construídas casas do mesmo valor em São Martinho, o encerramento das portas do Sol e de Almedina (esta de pedra e cal), os itens relativos ao frontal de prata, que devia ser feito de acordo com conversa anterior havida entre o rei e o prior, às cadeiras mandadas fazer para o sacerdote, diácono e sub-diácono, e ao que ficou por dar ao prior e freires. O rei concedeu-lhe numerosos privilégios, obtendo benefícios papais, destacando-se a criação das novas comendas, tornando-a proprietária de um património vasto, de bens e comendas situadas, maioritariamente, no centro e norte do país.
Posted: 06 Feb 2009 12:10 AM PST
D. João III, 11.º rei de Portugal, foi o segundo administrador do mestrado da Ordem de Cristo, com posse tomada a 23 de de Julho de 1523; a esse facto se refere o fólio 115 do Tombo dos bens, rendas, direitos e escrituras do Convento de Tomar, iluminado com a inicial E (de «El rei» ) e cercadura onde sobressaem a Cruz de Cristo, o escudo de Portugal e a Esfera Armilar.
Em 1531, pela Bula «Exposcit debitum», dada em Roma, em São Pedro, a 30 de Junho, Clemente VII, confirmou a reforma realizada no Convento de Tomar por Frei António de Lisboa, concedendo-lhe poder para elaborar regras e estatutos (de parceria com outros padres jerónimos a quem o rei desse o seu consentimento) a serem aprovados pela Sé Apostólica, a jurisdição dos priores sobre os religiosos e sobre os cavaleiros (enquanto permanecesse no Convento), a presença dos religiosos jerónimos de que o reformador necessitasse.
A reforma impunha-se pela ausência de regra no modo de viver dos freires, porque o prior deposto não tinha a formação própria da Ordem, porque ao ser criada pelo papa João XXII não tinha recebido nem regra nem estatutos [?], e ainda, porque, Frei António, ao visitar a Ordem, verificara que os freires não usavam o hábito que lhes estava destinado.
Na sequência da mesma bula, impôs o hábito aos primeiros 12 noviços. O rei concedeu-lhe a jurisdição prelatícia no termo de Tomar.
Em 1551, pela bula “Praeclara clarissimi” do papa Júlio III, no reinado de D. João III, os Mestrados das Ordens Militares foram unidos à Coroa, anexando-os “in perpertuum”, passando a ser administrados pela Mesa da Consciência e Ordens, criada em 1533.
(via Direcção-Geral dos Arquivos - TTOnline)
in http://tomar-actual.net/












