Açorda de Marisco
Ingredientes:
600 g de amêijoas 600 g de berbigão 750 g de camarão 4 ovos 600 g de pão duro (de véspera) 4 dentes de alho 0,5 dl de azeite 1 ramo de coentros Sal, pimento e piripiri
Preparação:
Ponha de molho as amêijoas e o berbigão para que larguem as areias, junte também umas gotas de limão. Coza os camarões em água e sal e conte 2 minutos após levantar fervura. Escorra os camarões mas não se esqueça de reservar a água da cozedura. Descasque-os e, de seguida, abra as amêijoas e os berbigões separadamente. Retire-os das conchas e junte o líquido coado que largaram os camarões. Leve esta mistura ao lume e quando ferver coloque o pão cortado aos pedaços. Posteriormente pique os alhos e aloure com o azeite e os coentros atados. Junte o pão espremido e mexa. Bata o pão sobre o lume e junte um pouco do líquido para que a açorda não fique seca. Tempere com sal, pimenta e um pouco de piripiri. Retire os coentros e junte o marisco e os ovos misturando-os bem. Mexa rapidamente. Enfeite com os camarões com casca e polvilhe com coentros picadinhos. Sirva imediatamente.
quinta-feira, 26 de março de 2009
Gin - Uma bebida maravilhosa !
Gim ou gin[1] é uma bebida destilada à base de cereais e zimbro. É considerada uma bebida muito forte, com teor alcoólico superior ao uísque. Teve origem nos Países Baixos, no século XVII.
Depois de destilado, o gim sai do alambique com um teor alcoólico muito elevado, inapto ao consumo. Para reduzir essa teor alcoólico é adicionada água destilada. A aromatização é feita com bagas de zimbro, cujo óleo transmite à bebida o sabor que a caracteriza. Seu teor alcoólico varia entre os 43° e 47°.
Diversas destilarias utilizam vários aromatizantes além das bagas de zimbro, tais como cassia, laranja, amêndoa, lírio ou álamo, empregados para obter sabores diferentes.
Tipos
Genebra – produzido nos Países Baixos, é incolor, mas por vezes cor-de-palha devido ao caramelo adicionado na sua composição.
É destilado quatro vezes seguidas pelo processo de destilação Pot Still.
London Dry Gin – é o mais conhecido mundialmente, sendo bastante seco e a sua destilação e repetida várias vezes em que são adicionados vários aromatizantes.
Old Tom Gin – tem teor alcoólico e uma percentagem de açúcar bastante elevados.
Palymouth Gin – caracteriza-se pelo gosto amargo e pelo éter que contém na sua composição.
Sloe Gin – bastante doce, semelhante a um licor, tem cor avermelhada, que lhe é conferida pela infusão de ameixas bravas que é feito depois da destilação.
Steinhager – produzido na Alemanha, bastante conceituado, cuja principal matéria-prima é o zimbro. A fruta é submetida inicialmente à maceração e fermentação e, posteriormente, à destilação e redestilação. O nome "steinhager" origina-se de uma cidade alemã com a mesma denominação
Depois de destilado, o gim sai do alambique com um teor alcoólico muito elevado, inapto ao consumo. Para reduzir essa teor alcoólico é adicionada água destilada. A aromatização é feita com bagas de zimbro, cujo óleo transmite à bebida o sabor que a caracteriza. Seu teor alcoólico varia entre os 43° e 47°.
Diversas destilarias utilizam vários aromatizantes além das bagas de zimbro, tais como cassia, laranja, amêndoa, lírio ou álamo, empregados para obter sabores diferentes.
Tipos
Genebra – produzido nos Países Baixos, é incolor, mas por vezes cor-de-palha devido ao caramelo adicionado na sua composição.
É destilado quatro vezes seguidas pelo processo de destilação Pot Still.
London Dry Gin – é o mais conhecido mundialmente, sendo bastante seco e a sua destilação e repetida várias vezes em que são adicionados vários aromatizantes.
Old Tom Gin – tem teor alcoólico e uma percentagem de açúcar bastante elevados.
Palymouth Gin – caracteriza-se pelo gosto amargo e pelo éter que contém na sua composição.
Sloe Gin – bastante doce, semelhante a um licor, tem cor avermelhada, que lhe é conferida pela infusão de ameixas bravas que é feito depois da destilação.
Steinhager – produzido na Alemanha, bastante conceituado, cuja principal matéria-prima é o zimbro. A fruta é submetida inicialmente à maceração e fermentação e, posteriormente, à destilação e redestilação. O nome "steinhager" origina-se de uma cidade alemã com a mesma denominação
Ameijoas à Bulhão Pato
Gin Tónico
Como estamos a chegar a uma época de calor, aconselho que nesta altura, tomem moderadamente um bom Gin!
Esta é a minha bebida preferida, por isso a aconselho.
Esta é a minha bebida preferida, por isso a aconselho.
Canelones de Espinafres e Requeijão
Canelones de Espinafres e Requeijão
Ingredientes:
1 requeijão pastor 50 ml de Azeite Virgem Extra Cristal Selecção 500g de espinafres congelados picados 4 cebolas 2 dentes de alho 1 embalagem de canelones (250g) Noz-moscada q.b. 0,5l de molho bechamel Sal q.b
Preparação:
Comece por picar as cebolas e os alhos e leve a refogar no azeite. Depois da cebola dourada, adicione os espinafres e deixe saltear um pouco. Entretanto, junte o requeijão desfeito e misture bem. Tempere com noz-moscada e sal e deixe mais 3 minutos. Deixe arrefecer um pouco para poder rechear os canelones com o refogado. Depois dos canelones recheados, coloque-os num pirex e deite o molho bechamel por cima. Leve ao forno a gratinar a 180ºc.
Ingredientes:
1 requeijão pastor 50 ml de Azeite Virgem Extra Cristal Selecção 500g de espinafres congelados picados 4 cebolas 2 dentes de alho 1 embalagem de canelones (250g) Noz-moscada q.b. 0,5l de molho bechamel Sal q.b
Preparação:
Comece por picar as cebolas e os alhos e leve a refogar no azeite. Depois da cebola dourada, adicione os espinafres e deixe saltear um pouco. Entretanto, junte o requeijão desfeito e misture bem. Tempere com noz-moscada e sal e deixe mais 3 minutos. Deixe arrefecer um pouco para poder rechear os canelones com o refogado. Depois dos canelones recheados, coloque-os num pirex e deite o molho bechamel por cima. Leve ao forno a gratinar a 180ºc.
salada com todos
Salada com Todos
Ingredientes:
250 g de feijão verde 1 pé pequeno de couve-flor 1 molho de espargos pequenos 125 g de batatas 3 beterrabas 3 ovos cozidos 1 molho de agriões 2 cenouras Azeitonas Maionese Sal q.b.
Preparação:
Coza as batatas, as cenouras, a couve-flor, os espargos, o feijão verde e os ovos. As beterrabas devem ser cozidas à parte. Pique tudo aos bocadinhos excepto 2 ovos que se cortam às rodelas. Misture todos os legumes, excepto as beterrabas. Deite tudo numa saladeira polvilhando com o ovo picado e as azeitonas cortadas aos bocadinhos. Em seguida, corte as beterrabas às rodelas e coloque-as em volta da saladeira devendo ser primeiro uma rodela de beterraba, depois um raminho de agriões, a seguir outra rodela de ovo e assim sucessivamente por esta ordem. Por fim ponha um pouco de maionese.
Ingredientes:
250 g de feijão verde 1 pé pequeno de couve-flor 1 molho de espargos pequenos 125 g de batatas 3 beterrabas 3 ovos cozidos 1 molho de agriões 2 cenouras Azeitonas Maionese Sal q.b.
Preparação:
Coza as batatas, as cenouras, a couve-flor, os espargos, o feijão verde e os ovos. As beterrabas devem ser cozidas à parte. Pique tudo aos bocadinhos excepto 2 ovos que se cortam às rodelas. Misture todos os legumes, excepto as beterrabas. Deite tudo numa saladeira polvilhando com o ovo picado e as azeitonas cortadas aos bocadinhos. Em seguida, corte as beterrabas às rodelas e coloque-as em volta da saladeira devendo ser primeiro uma rodela de beterraba, depois um raminho de agriões, a seguir outra rodela de ovo e assim sucessivamente por esta ordem. Por fim ponha um pouco de maionese.
quarta-feira, 25 de março de 2009
Delícias para as férias....que não fazem mal...
Mousse de Fruta
Ingredientes:
1 embalagem de gelatina vermelha (85 g)
100 ml de água gelada
100 ml de água fervida
1/2 xicara de chá de morangos picados
1/2 xicara de chá de pêssego picado
1 kiwi picado
1/2 xicara de chá de manga
1 copo de iogurte magro (150 g)
1 colher de café de adoçante líquido
Sumo de 1/2 limão
1 clara
Tiras finas da casca de 1 laranja
Preparação:
Dissolva bem a gelatina em 100 ml de água a ferver. Acrescente 100 ml de água gelada. Coloque no frigorifico até ganhar consistência.
Bata muito bem o iogurte com o sumo de limão e o adoçante. Bata a clara em castelo e misture-a com o preparado e a gelatina.
Divida em 6 tigelas e leve ao frigorifico por mais 2 horas.
Antes de servir misture com as frutas picadas.
Observações:
Tempo de preparação: 3 horas
Tripulação dos aviões..... ;-))))
No aeroporto os passageiros esperavam a chamada para embarcar num voo.
Aparece o co-piloto, todo uniformizado, de óculos escuros e de bengala branca tacteando pelo caminho.
A funcionária da companhia encaminha-o até ao avião e assim que volta explica, diante do espanto de todos, que apesar dele ser cego é o melhor co-piloto da companhia.
Alguns minutos depois chega outro funcionário também uniformizado, de óculos escuros, de bengala branca e amparado por duas hospedeiras.
A funcionária mais uma vez informa que apesar dele ser cego é o melhor piloto da empresa e tanto ele como o co-piloto são a melhor dupla da companhia.
Todos os passageiros embarcam no avião preocupados com os pilotos.
O comandante avisa que o avião vai levantar voo e começa a correr pela pista, cada vez com mais velocidade.
Todos os passageiros se olham, suando, com muito medo da situação.
O avião vai aumentando a velocidade e nada de levantar voo.
A pista está quase a acabar e nada do avião sair do chão.
Todos começam a ficar cada vez mais preocupados.
O avião a correr e a pista a acabar.
O desespero toma conta de toda a gente.
Começa uma gritaria histérica no avião.
Nesse exacto momento o avião descola, ganhando o céu e subindo suavemente.
O piloto vira-se para o co-piloto e diz:
-Se algum dia o pessoal não grita, a gente lixa-se!
Aparece o co-piloto, todo uniformizado, de óculos escuros e de bengala branca tacteando pelo caminho.
A funcionária da companhia encaminha-o até ao avião e assim que volta explica, diante do espanto de todos, que apesar dele ser cego é o melhor co-piloto da companhia.
Alguns minutos depois chega outro funcionário também uniformizado, de óculos escuros, de bengala branca e amparado por duas hospedeiras.
A funcionária mais uma vez informa que apesar dele ser cego é o melhor piloto da empresa e tanto ele como o co-piloto são a melhor dupla da companhia.
Todos os passageiros embarcam no avião preocupados com os pilotos.
O comandante avisa que o avião vai levantar voo e começa a correr pela pista, cada vez com mais velocidade.
Todos os passageiros se olham, suando, com muito medo da situação.
O avião vai aumentando a velocidade e nada de levantar voo.
A pista está quase a acabar e nada do avião sair do chão.
Todos começam a ficar cada vez mais preocupados.
O avião a correr e a pista a acabar.
O desespero toma conta de toda a gente.
Começa uma gritaria histérica no avião.
Nesse exacto momento o avião descola, ganhando o céu e subindo suavemente.
O piloto vira-se para o co-piloto e diz:
-Se algum dia o pessoal não grita, a gente lixa-se!
Nossa Senhora de Guadalupe

Esta foi a minha viagem em Março de 2009
Esta capela foi usada pelo Infante D. Henrique ( mestre da Ordem de Cristo ), frequentador da "Quinta de Cima" que fica junto ao local onde está implantada. Está documentada a sua presença em 1446. Próximo desta Igreja fica o célebre Cabo de São Vicente e o Cabo de Sagres. O local está associada à mítica "Escola de Sagres". Situada em Vila do Bispo, perto do Cabo de S. Vicente, Sagres no Algarve, tem uma origem remonta pelo menos ao século XII , pertenceu à Ordem dos Templários e depois à Ordem de Cristo, era um local de grande devoção de marinheiros e navegadores portugueses.
Estando a Virgem de Guadalupe ligada aos cativos é provável que as casas em volta da Igreja servissem para abrigar temporariamente os portugueses que tivessem sido resgatados no mar ou que houvesem sido capturados no Norte de África. O número dos capturados era de tal ordem que existiam por todo o país pessoas encarregues angariar dinheiro e tratarem destes resgastes
Estando a Virgem de Guadalupe ligada aos cativos é provável que as casas em volta da Igreja servissem para abrigar temporariamente os portugueses que tivessem sido resgatados no mar ou que houvesem sido capturados no Norte de África. O número dos capturados era de tal ordem que existiam por todo o país pessoas encarregues angariar dinheiro e tratarem destes resgastes
Uma viagem fascinante...mas um pouco assustadora!!!


No ano passado,numa viagem ao Egipto,fizemos um percurso fascinante, mas um pouco assustador e inesperado.Foi-nos dito,na vespera,que deveríamos estar prontos para sair para ABU SIMBEL às 4 da manhã,para fazer uma travessia de 300km. de deserto e chegarmos por volta das 7 horas,antes do calor máximo, que é muito, naquela região.
Quando partimos, verificámos que havia várias carrinhas com turistas e iniciámos a nossa travessia pelo deserto, noite escura , e...escoltados por forças armadas !!!
Isto porque estávamos numa zona de risco de atentados terroristas, próximo da Líbia e outros países árabes.
Só que ninguem nos tinha avisado disso!
A verdade é que a viagem apesar de um pouco assustadora ,foi fantástica.
Os templos de Abu Simbel, património da Humanidade, são fabulosos. Mandados construir por Ramsés II,um deles é-lhe dedicado e outro é dedicado a uma das suas mulheres, Nefertiti.
Quando partimos, verificámos que havia várias carrinhas com turistas e iniciámos a nossa travessia pelo deserto, noite escura , e...escoltados por forças armadas !!!
Isto porque estávamos numa zona de risco de atentados terroristas, próximo da Líbia e outros países árabes.
Só que ninguem nos tinha avisado disso!
A verdade é que a viagem apesar de um pouco assustadora ,foi fantástica.
Os templos de Abu Simbel, património da Humanidade, são fabulosos. Mandados construir por Ramsés II,um deles é-lhe dedicado e outro é dedicado a uma das suas mulheres, Nefertiti.
Recordar Mário Viegas
No final da aula em que há semanas atrás, recordámos vários actores de teatro, surgiu-me a imagem de Mário Viegas, que foi para mim um os actores mais marcantes.
Porque foi injustamente omitido, recordo uma das suas últimas actuações à qual tive o privilégio de assistir no teatro da Comuna em que interpretou num monólogo vibrante" O Suicidário" mantendo toda uma plateia em suspenso durante mais de uma hora. Inesquecível !!!!!!!!!
Quando se fala de humor que é uma forma de inteligência das mais subtis, este actor português sobressai por ser dos mais brilhantes, na sua forma de expressar todas as cambiantes dramáticas dessa arte, não pode ser esquecido. Sendo esta uma das suas últimas actuações a que assisti, recordo com saudade tempos idos em que a palavra e a sua expressão máxima, eram acarinhadas.
Como homenagem, hoje vou relembrá-lo com uma sua interpretação que espero vos faça sorrir.
Como homenagem, hoje vou relembrá-lo com uma sua interpretação que espero vos faça sorrir.
Uma viagem com dor de dentes




Por férias. O ano passado no mês de Agosto fui passar uma semana de férias numa preferia entre Castelo Branco, Viseu, Viana da Castelo, Gerêz e Braga com visitas bastante agradáveis.
Efectivamente, estas localidades são de uma beleza imaginável, com um valor turistico extraordinário.
Aconteceu porém, que por motivo de uma grande dor de dentes, por acaso num fim de semana, o meu passeio teve de ser interrompido.A dôr era tanta que ñão havia medicamentos que fizessem efeito.
Com muita pena tive de regressar a Caldas.
Para mostrar uma pequena dimensão da qualidade dos locais vizitados, mostro algumas imagens que demonstram a beleza de alguns desses locais.
Solidariedade
Imediatamente a seguir ao 25 de Abril, Toda a gente sentía que era necessária para qualquer coisa, pudera, havia tanto para fazer neste cantinho á beira mar. E na minha empresa não faltavam as boas vontades. De todo o lado surgiam ideias. Na minha área, aconteceu a oportunidade de fazer serviço para Argel. Na altura, este país tinha ligação ao bloco de Leste. Ficámos todos com vontade de conhecer um pouco o país que, no grupo francófono, era o "enfant terrible". De tal modo foi o entusiasmo geral que, desde a chefia até ao mais simples elemento de cada equipa, ninguem se lembrou das ajudas de custo. No aeroporto de Argel, a sala de embarque/desembarque que tinha telhado de zinco, parecía um forno. Como tambem ninguem se lembrou dos visas de entrada, ficámos umas 4 horas a ambientar ao sistema socialista vigente.
Éramos olhados com desconfiança pelos funcionários da alfândega, o que nos provocava algum riso mal disfarçado e insegurança. Afnal, que tinham estes tipos que vir ali fazer? Bem dizíamos que foramos contratados para fazer vôos entre Paris e Argel por ser Ramadão. Isto meteu embaixada e tudo, e nós a ficar com fome.
Quando nos permitiram sair, andámos num autocarro (éramos uns 30) a percorrer vários hoteis que não davam alojamento sem primeiro verem o dinheiro. O regime local ainda não conhecía uma carta de crédito, feita nos moldes europeus. E nós, cansados, suados, sem um quarto de hotel, só sabíamos que algumas horas depois já devíamos fazer o 1º vôo. No hotel novíssimo já não havía água corrente e foi na piscina que nos safámos. Quanto a comer, como não tinhamos "dinars" que só podiam ser adquiridos no país (se tivessemos francos, claro),aguentámos como pudemos até chegarmos ao nosso querido 747, onde havía comidinha com fartura. Foi giro, visitei uma mesquita com desconfiança, porque deixei á porta um par de "mocassins" que podiam ser trocados, por engano, por um par de chinelos horríveis. Fui á "Casbah" donde saí pior do que entrei, enfim, o meu querido comandante Ferreirinha já não sabía o que nos havia de contar porque Lisboa não mandava dinheiro e Paris dizía que não era nada com eles. Valeu isso sim a SOLIDARIEDADE de alguns colegas que abdicaram de alguns francos para matar a fome aos amigos. O Ferrerinha passava o termpo refugiado no quarto para não nos ouvir mais.
Éramos olhados com desconfiança pelos funcionários da alfândega, o que nos provocava algum riso mal disfarçado e insegurança. Afnal, que tinham estes tipos que vir ali fazer? Bem dizíamos que foramos contratados para fazer vôos entre Paris e Argel por ser Ramadão. Isto meteu embaixada e tudo, e nós a ficar com fome.
Quando nos permitiram sair, andámos num autocarro (éramos uns 30) a percorrer vários hoteis que não davam alojamento sem primeiro verem o dinheiro. O regime local ainda não conhecía uma carta de crédito, feita nos moldes europeus. E nós, cansados, suados, sem um quarto de hotel, só sabíamos que algumas horas depois já devíamos fazer o 1º vôo. No hotel novíssimo já não havía água corrente e foi na piscina que nos safámos. Quanto a comer, como não tinhamos "dinars" que só podiam ser adquiridos no país (se tivessemos francos, claro),aguentámos como pudemos até chegarmos ao nosso querido 747, onde havía comidinha com fartura. Foi giro, visitei uma mesquita com desconfiança, porque deixei á porta um par de "mocassins" que podiam ser trocados, por engano, por um par de chinelos horríveis. Fui á "Casbah" donde saí pior do que entrei, enfim, o meu querido comandante Ferreirinha já não sabía o que nos havia de contar porque Lisboa não mandava dinheiro e Paris dizía que não era nada com eles. Valeu isso sim a SOLIDARIEDADE de alguns colegas que abdicaram de alguns francos para matar a fome aos amigos. O Ferrerinha passava o termpo refugiado no quarto para não nos ouvir mais.
Viagem ao Gerês


Desde sempre me vi no meio da natureza e durante as férias fazia campismo e caravanismo. Certo ano, decidimos caminhar direitinhos á serra do Gerês e acampar na serra, junto ao rio. Uma viagem maravilhosa, sem incidentes, tudo "na maior". Chegados ao nosso local, onde por acaso estavam várias pessoas entre elas muitos jovens com a mesma intensão que nós. Começamos por escolher e a preparar o local para ficarmos instalados, quando não é o meu espanto, que por acaso gosto das coisas muito certinhas(defeito ou qualidade?) tinha- me esquecido de metade do material de montagem da tenda. Preocupada, nem um pouco, com a ajuda de alguns companheiros fizemos uma tenda tipo "ciganos", com cobertores e molas da roupa. Imagem linda de se ver.........e os dias que se seguiram foram maravilhosos.
FRAGA DA PENA





Um belo dia de primavera, estávamos, um grupo de amigos de visita ao Piódão, alguém que conhecia a Fraga de Pena, uma pequena cascata de água muito límpida, que cai da Serra do Açor, salvo erro, (não tenho a certeza se é esse o nome da serra), instigou-nos a ir até lá. Como o tempo estava quente, e perante aquela água tão cristalina, resolvemos tomar um banho, mesmo sem fato de banho, uma vez que não íamos prevenidos. Eis que ao longe se ouve um vozearia, de gente que teve a mesma ideia. Resultado, sem toalhas, houve que vestir a roupa à pressa, mesmo molhadinhos até aos ossos. Como se calcula foi uma tarde de rizada.
mais uma praia de Luanda
AMEIXAS
Sou de Tomar mas, um dia vim a Caldas de passeio e fui ao mercado onde vi umas ameixas que gosto muito mas não me lembrava o nome delas e, perguntei ao sr, onde ele me respondeu com cara de malandro na minha terra são ameixas caralhotas, eu como malandrona nem sabia onde me meter.
E ESTA HEM!!!!!
E ESTA HEM!!!!!
Passeios da minha infância

Não vou contar própriamente coisas engraçadas, mas apenas boas recordações de infância que se recordam com saudade e ternura a vida toda.
As recordações são muitas, mas os passeios de fim de semana com toda a família e vários amigos são muito marcantes. Chegávamos a reunir cerca de trinta pessoas.
A minha avó trabalhava vários dias na preparação do farnel que era farto e toda a gente dava sugestões. Quando chegava a manhã de Domingo, bem cedo, aí pelas 6 horas da manhã, juntavam-se as pessoas, carregavam-se os carros e aí íamos nós, sempre alegres e bem dispostos e sempre na conversa. O dia era longo, todos riam e brincavam e regressavam bem dispostos e prontos para uma semana de trabalho. Chegavamos cansados mas sempre com muita alegria.
Passeio ao Norte



Saimos cedo de Caldas com destino ao Porto, mas ainda com um destino mais espeçífico, visitar as caves do vinho do Porto. Os nortenhos tem fama de receber bem e assim fizeram. Começaram por nos oferecer uns aperitivos deliciosos e, claro acompanhados do seu vinho do Porto. Aos poucos o grupo foi ficando muito mais barulhento e alegre. Valeu-nos uma capela fresquinha onde fomos descansar e refrescar. Na viagem seguite, fomos a águas a Monchique.
Solange
Solange
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