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segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Fundação AMI – Assistência Médica Internacional

Fundação AMI – Assistência Médica Internacional
Rua José do Patrocínio, 49 1959-003 Lisboa Tel. 218 362 100 Fax 218 362 199
E-Mail: fundacao.ami@ami.org.pt Internet: www.ami.org.pt
NGO in Special Consultative Status with the Economic and Social Council of the United Nations


Campanha Emergência Catástrofes Naturais-

A AMI precisa do seu contributo.
Mais informações em www.ami.org.pt
Multibanco: 20 909 909 909 909
NIB Conta emergência: 0007 0015 004 0000000 672

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

AMI no Senegal



AMI no Mundo:
Missão aventura solidária - Testemunhos de aventureiros solidários:
Senegal (Refane) - Abril 2007


Vejam o video



in http://www.ami.org.pt/default.asp?id=p1p7p264p266p469&l=1


Obrigada Solange por ter descoberto este video no site da AMI!!!!!

AMI - Sri Lanka

Sri Lanka
2008
Um ano após concluir o apoio ao orfanato D. Bosco Boys’ Home, em Maggona, a AMI decidiu apoiar um novo projecto, destinado a fortalecer a auto-suficiência do orfanato, que consiste em aumentar o número de porcos existentes na quinta, de 300 para 600, para que a quinta possa tornar-se a principal fonte de rendimento do orfanato.
O projecto terá a duração de um ano e está orçado em cerca de €16.000.
PROJECTO
Apoio ao “Centre for Society and Religion" em Colombo.
CONTEXTO
A AMI aprovou mais um microprojecto no Sri Lanka. Trata-se do apoio ao "Centre for Society and Religion" em Colombo.
Este Centro foi fundado em 1971 com o objectivo de promover os direitos humanos e apoiar a população do Sri Lanka, respeitando as 4 principais religiões no país: Budísmo, Hinduísmo, Catolicismo e Islamismo.
A MISSÃO
A AMI irá dar apoio financeiro para a realização de obras no Centro, aquisição de equipamento informático e financiamento das suas actividades até 2011, nomeadamente a realização de seminários, acções de formação, acções de promoção da igualdade de género e desenvolvimento, combate à pobreza urbana, entre outras.
PROJECTO
Apoio à Fundação Portugal-Sri Lanka.
CONTEXTO
Em Colombo, Fernando Nobre constituiu a Fundação Portugal-Ceilão, da qual é o Patrono em nome da AMI, sendo o presidente o Pe. Francis Dias, membro da comunidade “burgher”. É através desta que a AMI está a desenvolver projectos de cariz social e cultural no Sri Lanka, com prioridade para a comunidade lusodescendente, mais conhecida por “Portuguese Burghers”, de Trincomalee e Batticaloa, constituída por cerca de 5.000 pessoas.
A MISSÃO
O objectivo da parceria consiste em promover os laços culturais entre Portugal e o Sri Lanka; apoiar a comunidade Luso-descendente; construir um Centro Cultural para desenvolver actividades de formação, conferências e outros eventos similares, bem como, actividades de angariação de fundos para o Centro e utilizaras futuras instalações como sede da Fundação. O Apoio da AMI mantém-se até 2009.
in http://www.ami.org.pt/default.asp?id=p1p7p28p135&l=1

AMI- ANGOLA

Angola
PROJECTO
“Promoção da saúde e da segurança alimentar, Município dos Gambos - Angola”
CONTEXTO
A AMI esteve no Chiange a partir de Março de 2006 com actividades na área da assistência médica e formação de quadros locais de saúde. Durante o ano de 2006 envolveu-se também no combate à cólera. Em Fevereiro de 2007 iniciou-se um novo projecto com o co-financiamento do Instituto Português de Apoio ao Desenvolvimento (IPAD). Este projecto terminou em Janeiro de 2008.
A MISSÃO
2006 a 2008
Projecto desenvolvido na vila do Chiange, Município de Gambos, Província da Huíla. A Huíla está situada no Sudoeste de Angola. A sua área é cerca de 79.022 km2 e tem uma população estimada em cerca de 2 milhões de habitantes.
O projecto “Promoção da saúde e da segurança alimentar, Município dos Gambos - Angola” localizou-se na sede do Município dos Gambos – Chiange. O Município situado no Sul da Província da Huíla, Sul de Angola, tem uma população de 151.000 habitantes. A actuação da AMI abrangeu o Centro Municipal de Saúde do Chiange (CMSC), principal infra-estrutura de saúde da região, 5 Postos de Saúde periféricos (dos 15 existentes no Município) e 4 escolas básicas do Município (seleccionados após avaliação nutricional). A escolha do terreno justificou-se pelo grande atraso da região, pelo isolamento e carência de quadros qualificados. Com a intervenção pretende-se contribuir para a redução das assimetrias existentes no país. A região dos Gambos, tal como outras áreas rurais em Angola tem graves problemas ao nível da prestação de cuidados primários de saúde. Não existe médico. Os quadros locais de saúde revelam baixos níveis de formação e qualificação, quer a nível técnico, quer a nível de gestão hospitalar. As infra-estruturas de saúde estão degradadas. O CMSC e a maioria dos Postos funcionam com muitas deficiência. O saneamento básico está limitado a uma pequena minoria da população. Demoram-se 4/5 horas a percorrer a distância (153km) que liga o Chiange ao Lubango (capital da Província). A sede do Município e os Postos de Saúde mais afastados distam 70 km. As estradas estão em muito más condições. A AMI foi a única ONG no terreno.
De sublinhar que os objectivos da AMI para esta região estiveram em consonância com as Prioridades da Cooperação Portuguesa para Angola – contribuir para o desenvolvimento do país através da promoção das condições de saúde e da valorização dos recursos humanos e com as prioridades definidas por Angola, nomeadamente na estratégia de redução da pobreza e nos Objectivos de Desenvolvimento do Milénio para Angola.
OBJECTIVO
Melhorar a qualidade dos serviços de saúde (pessoal de saúde local mais qualificado, instalações reabilitadas e melhor geridas, assistência médica), alargar os conhecimentos da população na área da saúde pública e aumentar a segurança alimentar da população em geral e das crianças em particular.
ACTIVIDADES
Formação dos quadros de saúde locais ao nível técnico e da gestão hospitalar.
Reabilitação e equipamento do Centro Municipal de Saúde dos Gambos e dos Postos Periféricos da Tchibemba, do Dongue, do Tapu, da Taca, do Viriambundo e do Tchimbolelo e construção de latrinas duplas nos postos.
Assistência médica e apoio à vacinação no Centro Municipal de Saúde dos Gambos e nos Postos Periféricos durante todo o ciclo de projecto.
Educação para a saúde (nomeadamente na área do VIH/SIDA, malária, tuberculose, higiene, e saúde sexual e reprodutiva) e nutrição no Centro Municipal de Saúde dos Gambos e postos.
Sessões de informação sobre segurança alimentar nas escolas durante as quais se procurará criar materiais didácticos para os professores e será distribuída uma refeição diária nas escolas básicas o que permitirá melhorar o estado nutricional das crianças e incentivar a escolarização básica. Na implementação desta actividade a AMI contará com o apoio metodológico da UNICEF, no Lubango, dada a experiência com os programas de “School feeding”. Como não existem ONGs a actuar no Município, a AMI tentará dinamizar um Grupo local que actua na área das DST (Doenças Sexualmente Transmissíveis) e HIV/SIDA no sentido de se formalizarem como associação e continuar o trabalho realizado nesta área de acção e na área da segurança alimentar.
in http://www.ami.org.pt/default.asp?id=p1p7p28p78&l=1

terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

AMI - Acção Social em Portugal


Os números da Acção Social da AMI em Portugal


Procura dos Centros Porta Amiga cresce 11% em 2007
No ano de 2007 procuraram apoio social da AMI 7.386 pessoas, mais 862 casos do que em 2006. Esses dados referem-se a oito Centros Porta Amiga da AMI: 4 na Área Metropolitana de Lisboa (Olaias, Chelas, Almada e Cascais); 2 na Área Metropolitana do Porto (Porto e Gaia); um em Coimbra; e um no Funchal.


Da população apoiada pela AMI, 79% é portuguesa e cerca de metade reside na área geográfica da Grande Lisboa. Na área do Grande Porto (Porto e Vila Nova de Gaia) o apoio aumentou de 2.291 para 2.611 pessoas (o que representa 35% da população total). As restantes encontram-se distribuídas pelos centros sociais do Funchal e de Coimbra. Estes números não contemplam os dois abrigos nocturnos da AMI (Porto e Lisboa) bem como o centro social de Angra do Heroísmo nos Açores, inaugurado em Dezembro.


Grande Lisboa: mais 30% entre 2003 e 2007
Tendo por base os anos de 2003 e de 2007, na Grande Lisboa, o número de atendimentos aumentou de 2.712 para 3.729 pessoas. Nesse período, 13.926 pessoas recorreram pela primeira vez aos apoios sociais da AMI. O número de pessoas que nos procuram pela primeira vez não regista grandes alterações ao longo dos anos, com uma média anual de cerca de 2.800 novos casos. Em termos de frequência, registou-se uma média anual de 6.500 casos de pobreza.


Mulheres cada vez mais afectadas pela pobreza
Factor a realçar é o aumento do número de mulheres que procuram apoio. Se, em 2000 e 2001, esta percentagem não chegava aos 45%, em 2007, 53% da população que procurou a AMI era do sexo feminino. O desemprego, a monoparentalidade e a violência doméstica poderão estar na origem deste fenómeno. Na área da Grande Lisboa, este diferencial é mais significativo em centros sociais como Chelas (62%), Almada (58%) e Cascais (57%). Na área do Grande Porto, no centro social do Porto (53%) e em Vila de Nova de Gaia (59%) os valores também são superiores.
Do(a)s sem-abrigo, 24% são mulheres, tendo aumentado 11 pontos percentuais desde 1999. No centro social das Olaias, verifica-se uma tendência inversa, sendo o fenómeno dos sem-abrigo tipicamente masculino.
Os principais motivos referidos por quem nos procura estão relacionados com a precariedade financeira (87%) e o desemprego (40%). Seguem-se as razões de saúde (13%) e a falta de habitação (12%). Os serviços mais solicitados são o Apoio Social (54%%) na procura de um novo projecto de vida e subsequentemente a satisfação de necessidades básicas: géneros alimentares (67%) e refeitório (36%) e vestiário (55%).


Ajuda alimentar: número de pessoas apoiadas triplicou em 2007
No âmbito do Programa Comunitário de Ajuda Alimentar a Carenciados, a AMI distribuiu, desde 2002, perto de 2600 toneladas de alimentos. Durante o ano de 2007, a AMI distribuiu 488 toneladas de géneros alimentares, valor inferior ao ano anterior (530 toneladas). No entanto, o número de famílias apoiadas aumentou de 2.434 (2006) para 5.524. No mesmo período, o universo de pessoas apoiadas passou de 5.137 para 16.531 pessoas, três vezes mais.


Mais apoio a sem-abrigo
Também nos abrigos nocturnos houve um aumento do número de pessoas apoiadas. No abrigo da Graça, em Lisboa, deram entrada 44 novos casos. Desde 1997, este equipamento já deu apoio a 474 pessoas, número a que acrescem 68 pessoas apoiadas pelo abrigo do Porto. Assim, desde 1997, os abrigos apoiaram 542 homens sem-abrigo em situação de reinserção sócio-profissional. Este trabalho é complementado pelas equipas de rua de Lisboa e Gaia que, durante 2007, acompanharam um total de 119 sem-abrigo.

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

Como Ajudar a AMI

Para ajudar a AMI, podemos fazê-lo através por exemplo do IRS,
como a seguir passo a indicar:

Escreva 502 744 910 no quadro 9
do anexo H da sua declaração
e dê à AMI 0,5% do seu imposto.
A AMI está expressamente registada para receber o seu donativo.
(Art. 32, nº6 da Lei nº16/2001 de 22 de Junho)
Divulgue esta informação junto dos seus AMIgos.

AMI numa Página

A AMI – Fundação de Assistência Médica Internacional é uma Organização Não Governamental (ONG), portuguesa, privada, apolítica e sem fins lucrativos. Desde a sua fundação, a 5 de Dezembro de 1984, que a AMI está onde ninguém quer estar, a construir uma História feita de Futuros, por considerar que cada homem é um ser único, insubstituível, digno de atenção e cuidado.

A AMI percorreu durante 23 anos mais de 60 países levando uma acção concreta para a dignificação da pessoa humana naquele que constitui o direito sem o qual os outros direitos não passam de letra morta: o direito a uma vida digna.

Na sua acção, por uma questão de coerência, a AMI depende maioritariamente dos fundos que angaria junto dos cidadãos, garantes da sua independência financeira e liberdade de actuação.
É convicção da AMI que a força de uma organização não governamental está na capacidade de mobilizar a sociedade civil para a apoiar nas suas acções.
O trabalho humanitário da AMI assenta sobre os seguintes pilares de intervenção:

Acção Internacional
Ajuda às vítimas de guerras, catástrofes naturais, pobreza extrema de todo o Mundo;

Acção Nacional
Acção em favor dos excluídos sociais em Portugal;

Alertar Consciências
Sensibilização da opinião pública para uma indignação activa

Ambiente
A AMI desenvolve projectos que visam actuar preventivamente contra a degradação ambiental e as suas consequências humanas e sociais.

sábado, 31 de janeiro de 2009

Artigo do Dr. Fernando Nobre, Presidente da AMI

Não posso deixar de exprimir a minha optimista opinião sobre a tomada de posse de Barack Obama como 44º Presidente dos EUA e as consequências que daí poderão advir para os EUA e para o Mundo.

Antes de mais quero esclarecer que considero que a governação do Presidente Obama só poderá ser melhor do que a nefasta actuação do ex - Presidente Bush, o que para todos nós é uma excelente notícia e um grande motivo de alento.
A desgovernação deste último, e da sua perversa e espúria equipa, estava a precipitar-nos para o caos, criando um Mundo cada vez mais perigoso e inquietante.
A maneira maniqueísta, autoritária e primária que tinha de ver o Mundo e os seus desafios globais, e a consequente forma prepotente de se relacionar com os outros, representou um profundo retrocesso para os EUA e para o Mundo em matérias tão vitais como: - a Paz - os Direitos Humanos (cívicos, políticos, sociais, económicos, culturais e ambientais) - o Direito Internacional – a Pacificação entre Religiões e Civilizações – a Defesa do Meio Ambiente – a Regulamentação Financeira – o conflito Israelo-Palestiniano – o Comércio Justo – o Desarmamento…


Obama é portador de Esperança e de Desanuviamento na resolução ou, pelo menos, no amenizar de todas essas candentes questões. Só isso já é muito!
Depois de tudo o que de negativo se viveu nos últimos oito anos, espero, penso e desejo que o Presidente Obama não deixará de marcar a diferença pela positiva, pese embora as portentosas forças negativas, autêntico colete belicista e ganancioso, que já o cercam e tentarão manietar (os lóbis petrolífero, armamentista e incondicional pró governo israelita).
A sua acção terá de ser determinante e decisiva na tentativa de corrigir os desvarios do seu directo antecessor nas seguintes matérias: - melhoria das questões sociais, tais como emprego e saúde dos seus cidadãos – protecção dos mais frágeis nos EUA (e espero também no Mundo) – abordagem multilateral e multicultural, num Mundo hoje multipolar, das questões globais tais como os Direitos Humanos, o Direito Internacional, o meio ambiente, os conflitos internacionais… – abordagem mais ética, imparcial e justa do Conflito Israelo-Palestiniano – maior empenho na abordagem e na procura de soluções dos dramas humanos que flagelam o Mundo e, nomeadamente, África – desanuviamento no Iraque e nas relações com o Irão... - maior respeito pelas Nações Unidas e todos os Tratados e Convenções…


Se o Presidente Obama conseguir essa proeza terá o seu lugar cativo na História da Humanidade que terá todas as razões para lhe ficar grata. Tem sobre os seus ombros uma pesadíssima herança: não pode falhar, ainda que vá encontrar as forças contrárias que já referi, no alcance desses objectivos, vitais para todos nós.
Embora ele já tenha avisado, e quanto a mim bem, que vai cometer erros, que vai haver avanços e recuos, vamos todos dar-lhe força para que não esmoreça na sua vontade de mudança. Possa assim ele contribuir para o surgimento de um outro mundo menos conflituoso, mais ético e humano.
Sim, mesmo com as pedras que com certeza já lhe tentam pôr no caminho, ele vai tentar, não tenho dúvida. Embora pragmático e algo céptico, ainda creio…

Ele tem de acreditar, e nós também, que um outro Mundo é possível!


in http://fernandonobre.blogs.sapo.pt/8624.html, Blogue "Contra a Indiferença".