Ser sénior é ter idade
Santo António é velhinho
Quem será da Universidade
A ganhar o cafezinho
Sou sénior já velhote
E nisso tenho vaidade
Acreditem não é dichote
Adoro a Universidade
S.João virou tripeiro
O sénior tem maturidade
Parabéns ao primeiro
Da nossa universidade
Santo António de Lisboa
Padroeiro da cidade
Ser sénior é coisa boa
Na nossa universidade
É tanta a minha ansiedade
Santo António meu Santinho
Ser eu na universidade
A ganhar o cafezinho
Por Mário Silva
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sábado, 6 de junho de 2009
quinta-feira, 4 de junho de 2009
quinta-feira, 5 de março de 2009
CATARINA EUFÉMIA
CANTAR ALENTEJANO Vicente Campinas*
Chamava-se Catarina
O Alentejo a viu nascer
Serranas viram-na em vida
Baleizão a viu morrer
Ceifeiras na manhã fria
Flores na campa lhe vão pôr
Ficou vermelha a campina
Do sangue que então brotou
Acalma o furor campina
Que o teu pranto não findou
Quem viu morrer Catarina
Não perdoa a quem matou
Aquela pomba tão branca
Todos a querem p’ra si
Ó Alentejo queimado
Ninguém se lembra de ti
Aquela andorinha negra
Bate as asas p’ra voar
Ó Alentejo esquecido
Inda um dia hás-de cantar
* Este poema foi musicado por José Afonso, no álbum «Cantigas de Maio», editado no Natal de 1971
Chamava-se Catarina
O Alentejo a viu nascer
Serranas viram-na em vida
Baleizão a viu morrer
Ceifeiras na manhã fria
Flores na campa lhe vão pôr
Ficou vermelha a campina
Do sangue que então brotou
Acalma o furor campina
Que o teu pranto não findou
Quem viu morrer Catarina
Não perdoa a quem matou
Aquela pomba tão branca
Todos a querem p’ra si
Ó Alentejo queimado
Ninguém se lembra de ti
Aquela andorinha negra
Bate as asas p’ra voar
Ó Alentejo esquecido
Inda um dia hás-de cantar
* Este poema foi musicado por José Afonso, no álbum «Cantigas de Maio», editado no Natal de 1971
terça-feira, 3 de março de 2009
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